A tecnologia em nossa vida
É urgente recuperar o sentido de urgência
Eliane Brum, da Revista Época, publicado em 25/06/2013 12h31 -
Atualizado em 15/08/2013 13h28:
Nós, que podemos ser
acessados por celular ou internet 24 horas, sete dias por semana, estamos
vivendo no tempo de quem?
Dias atrás, Gabriel Prehn Britto, do
blog Gabriel quer viajar, tuitou a seguinte
frase: “Precisamos redefinir, com urgência, o significado de URGENTE”. (Caixa
alta, na internet, é grito.) “Parece que as pessoas perderam a noção do sentido
da palavra”, comentou, quando perguntei por que tinha postado esse
protesto/desabafo no Twitter. “Urgente não é mais urgente. Não tem mais
significado nenhum.” Ele se referia tanto ao urgente usado para anunciar
notícias nada urgentes nos sites e nas redes sociais, quanto ao urgente que
invade nosso cotidiano, na forma de demanda tanto da vida pessoal quanto da
profissional. Depois disso, Gabriel passou a postar uns “tuítes” provocativos,
do tipo: “Urgente! Acordei” ou “Urgente: hoje é sexta-feira”.
A provocação é muito precisa. Se há
algo que se perdeu nessa época em que a tecnologia tornou possível a todos
alcançarem todos, a qualquer tempo, é o conceito de urgência. Vivemos ao mesmo
tempo o privilégio e a maldição de experimentarmos uma transformação radical e
muito, muito rápida em nosso ser/estar no mundo, com grande impacto na nossa
relação com todos os outros. Como tudo o que é novo, é previsível que nos
atrapalhemos. E nos lambuzemos um pouco, ou até bastante. Nessa nova
configuração, parece necessário resgatarmos alguns conceitos, para que o nosso
tempo não seja devorado por banalidades como se fosse matéria ordinária. E
talvez o mais urgente desses conceitos seja mesmo o da urgência.
Estamos vivendo como se tudo fosse
urgente. Urgente o suficiente para acessar alguém. E para exigir desse alguém
uma resposta imediata. Como se o tempo do “outro” fosse, por direito, também o
“meu” tempo. E até como se o corpo do outro fosse o meu corpo, já que posso invadi-lo,
simbolicamente, a qualquer momento. Como se os limites entre os corpos tivessem
ficado tão fluidos e indefinidos quanto a comunicação ampliada e potencializada
pela tecnologia. Esse se apossar do tempo/corpo do outro pode ser compreendido
como uma violência. Mas até certo ponto consensual, na medida em que este que é
alcançado se abre/oferece para ser invadido. Torna-se, ao se colocar no modo
“online”, um corpo/tempo à disposição. Mas exige o mesmo do outro – e retribui
a possessão. Olho por olho, dente por dente. Tempo por tempo.
Como muitos, tenho tentado descobrir
qual é a minha medida e quais são os meus limites nessa nova configuração. E
passo a contar aqui um pouco desse percurso no cotidiano, assim como do
trilhado por outras pessoas, para que o questionamento fique mais claro.
Descobri logo que, para mim, o celular é insuportável. Não é possível ser
alcançada por qualquer um, a qualquer hora, em qualquer lugar. Estou lendo um
livro e, de repente, o mundo me invade, em geral com irrelevâncias, quando não
com telemarketing. Estou escrevendo e alguém liga para me perguntar algo que
poderia ter descoberto sozinho no Google, mas achou mais fácil me ligar, já que
bastava apertar uma tecla do próprio celular. Trabalhei como uma camela e, no
meu momento de folga, alguém resolve me acessar para falar de trabalho,
obedecendo às suas próprias necessidades, sem dar a mínima para as minhas. Não,
mas não mesmo. Não há chance de eu estar acessível – e disponível – 24 horas
por sete dias, semana após semana.
Me bani do mundo dos celulares, fechei
essa janela no meu corpo. Mantenho meu aparelho, mas ele fica desligado, com
uma gravação de “não uso celular, por favor, mande um e-mail”. Carrego-o comigo
quando saio e quase sempre que viajo. Se precisar chamar um táxi em algum
momento ou tiver uma urgência real, ligo o celular e faço uma chamada. Foi o
jeito que encontrei de usar a tecnologia sem ser usada por ela.
Minha decisão não foi bem recebida
pelas pessoas do mundo do trabalho, em geral, nem mesmo pela maior parte dos
amigos e da família. Descobri que, ao não me colocar 24 horas disponível, as
pessoas se sentiam pessoalmente rejeitadas. Mas não apenas isso: elas
sentiam-se lesadas no seu suposto direito a tomar o meu tempo na hora que bem
entendessem, com ou sem necessidade, como se não devesse existir nenhum limite
ao seu desejo. Algumas declararam-se ofendidas. Como assim eu não posso falar
com você na hora que eu quiser? Como assim o seu tempo não é um pouco meu? E se
eu precisar falar com você com urgência? Se for urgência real – e quase nunca é
– há outras formas de me alcançar.
Percebi também que, em geral, as
pessoas sentem não só uma obrigação de estar disponíveis, mas também um gozo.
Talvez mais gozo do que obrigação. É o que explica a cena corriqueira de ver as
pessoas atendendo o celular nos lugares mais absurdos (inclusive no
banheiro...). Nem vou falar de cinema, que aí deveria ser caso de polícia. Mas
em aulas de todos os tipos, em restaurantes e bares, em encontros íntimos ou
mesmo profissionais. É o gozo de se considerar imprescindível. Como se o mundo
e todos os outros não conseguissem viver sem sua onipresença. Se não atenderem
o celular, se não forem encontradas de imediato, se não derem uma resposta
imediata, catástrofes poderão acontecer.
O celular ligado funciona como uma
autoafirmação de importância. Tipo: o mundo (a empresa/a família/ o namorado/ o
filho/ a esposa/ a empregada/ o patrão/os funcionários etc) não sobrevive sem
mim. A pessoa se estressa, reclama do assédio, mas não desliga o celular por
nada. Desligar o celular e descobrir que o planeta continua girando pode ser um
risco maior. Nesse sentido, e sem nenhuma ironia, é comovente.
Por outro lado, é um tanto egoísta, já
que a pessoa não se coloca por inteiro onde está, numa aula ou no trabalho ou
mesmo em casa – nem se dedica por inteiro àquele com quem escolheu estar, num
encontro íntimo ou profissional. Está lá – mas apenas parcialmente. Não há como
não ter efeito sobre o momento – e sobre o resultado. A pessoa está parcialmente
com alguém ou naquela atividade específica, mas também está parcialmente
consigo mesma. Ao manter o celular ligado, você pertence ao mundo, a todo mundo
e a qualquer um – mas talvez não a si mesmo.
Me parece descortês alguém estar comigo
num restaurante, por exemplo, e interromper a conversa e a comida para atender
o celular. Assim como me parece abusivo ser obrigada a aturar os celulares das
pessoas ao redor tocando em todas as modalidades e volumes, invadindo o espaço
de todos os outros sem nenhuma consideração. Ou ainda estar em um lugar público
e ter de ouvir a narração de uma vida privada, uma que não conheço nem quero
conhecer. Será que isso é realmente necessário? Será que uma pessoa não pode se
ausentar, ficar incomunicável, por algumas horas? Será que temos o direito de
invadir o corpo/tempo dos outros direta ou indiretamente? Será que há tantas
urgências assim? Como é que trabalhávamos e amávamos antes, então?
Bem, eu não sou imprescindível a todo
mundo e tenho certeza de que os dias nascem e morrem sem mim. As emergências
reais são poucas, ainda bem, e para estas há forma de me encontrar. Logo, posso
ficar sem celular. Mas tive de me esforçar para que as pessoas entendessem que
não é uma rejeição ou uma modalidade de misantropia, apenas uma escolha. Para
mim, é uma maneira de definir as fronteiras simbólicas do meu corpo, de
territorializar o que sou eu e o que é o outro, e de estabelecer limites – o
que me parece fundamental em qualquer vida.
Tentei manter um telefone fixo, com o
número restrito às pessoas fundamentais no campo dos afetos e também no
profissional. Mas o telemarketing não permitiu. É impressionante como as
empresas de todo o tipo – e agora até os candidatos numa eleição – acham que
têm o direito de nos invadir a qualquer hora. Considero uma violência receber
uma ligação ou gravação dessas dentro de casa, à minha revelia. E parece que
sempre encontram um jeito de burlar nossas tentativas de barrar esse tipo de
assédio. Assim, também botei uma gravação no telefone fixo – e ele virou um
telefone só para recados, porque foi o único jeito que encontrei de impedir o
abuso do mercado.
Minha principal forma de comunicação é
hoje o e-mail, porque sou eu que escolho a hora de acessá-lo. E, ao procurar
alguém, seja por motivo profissional ou pessoal, tenho certeza de não estar
invadindo seu cotidiano em hora imprópria. É assim que combino encontros e
entrevistas ao vivo, que são os que eu prefiro. Ou marco horário para conversas
por Skype com quem está em outra cidade ou país. E quando viajo ou preciso
desaparecer do mundo, para ficar só comigo mesma, ou me dedicar a um outro por
completo, ou à escrita de um livro, basta deixar uma mensagem automática. Tento
me disciplinar para acessar o Twitter, que para mim é hoje uma ferramenta
fundamental para dar, receber e principalmente compartilhar informações, em
horários específicos. E desligo o computador antes de dormir, como gesto
simbólico que diz: fechei a porta.
Uma amiga foi assaltada por uma insônia
persistente. Ao despertar, na madrugada, tinha a sensação de que o mundo se
movia em ritmo veloz enquanto ela dormia. Parecia que estava perdendo algo
importante, que ficaria para trás. E parecia até que estava morta para o mundo,
“offline”. Às vezes não resistia e saía da cama para caminhar até o escritório,
onde ficava o computador, e entrar no Facebook e no Twitter, dar uma circulada
nos sites de notícias, manter-se desperta, presente e alinhada ao mundo que não
parava, correndo atrás dele. Depois, passou a deixar o notebook ao lado da cama
e já acessava a internet dali mesmo, apesar dos protestos do marido.
Quando a insônia já estava comprometendo
seriamente os seus dias, ela procurou um psiquiatra em busca de remédio. O
médico perguntou bastante sobre seus hábitos, e ela descobriu que o pesadelo
que a deixava insone era aquele computador ligado, com o mundo acontecendo
dentro dele num ritmo que ela não podia acompanhar nem mesmo se mantendo
acordada por 24 horas. Bastou desligar o computador a cada noite para que
passasse a despertar menos vezes e menos sobressaltada nas madrugadas. Aos
poucos, voltou a dormir bem. O mundo estava onde devia estar – e ela também, na
cama. Estava offline, mas viva.
Conheço pessoas que botam fita adesiva
sobre a câmera do computador. Foi o meio encontrado para se protegerem da
sensação de que estavam sendo espiadas/monitoradas 24 horas por dia por algum
tipo de Big Brother – no sentido do 1984, do George Orwell (não no do reality
show da TV Globo). A câmera tinha se tornado uma espécie de olho do mundo, que
podia abrir as pálpebras mesmo à revelia, como nas histórias fantásticas e nos
filmes de terror.
Conto minhas (des)venturas, assim como
as de outros, apenas porque acho que não somos os únicos a ter esse tipo de
inquietação. É um momento histórico bem estratégico de redefinição de limites,
de territórios e também de conceitos. Que tipo de efeito terá sobre as novas
gerações a ideia de que não há limites para alcançar, ocupar e consumir o
tempo/corpo dos pais e amigos e mesmo de desconhecidos? Assim como não há
limites para ter o próprio tempo/corpo alcançado, ocupado e consumido?
Ainda acho que o gozo de ser imprescindível
a quase todos os outros – no sentido de não poder se ausentar ou se calar – e
também de ser onipotente – no sentido de alcançar, a qualquer hora, o corpo de
todos os outros – é maior do que o incômodo. Mas talvez só aparentemente, na
medida em que é possível que não estejamos conseguindo avaliar o estrago que
esses corpos/tempos violáveis e violados possam estar causando na nossa
subjetividade – e mesmo na nossa capacidade criativa e criadora.
A grande perda é que, ao se considerar
tudo urgente, nada mais é urgente. Perde-se o sentido do que é prioritário em
todas as dimensões do cotidiano. E viver é, de certo modo, um constante
interrogar-se sobre o que é importante para cada um. Ou, dito de outro modo,
uma constante interrogação sobre para quem e para o quê damos nosso tempo, já
que tempo não é dinheiro, mas algo tremendamente mais valioso. Como disse o
professor Antonio Candido, “tempo é o tecido das nossas vidas”.
Essa oferta 24 X 7 do nosso corpo
simbólico para todos os outros – e às vezes para qualquer um – pode ter um
efeito bem devastador sobre a nossa existência. Um que sequer é escutado, dado
o tanto de barulho que há. Falamos e ouvimos muito, mas de fato não sabemos se
dizemos algo e se escutamos algo. Ou se é apenas ruído para preencher um vazio
que não pode ser preenchido dessa maneira.
Será que não é este o nosso mal-estar?
Viver no tempo do outro – de todos e de qualquer um – é uma tragédia
contemporânea.
A autora faz importantes considerações sobre o uso das tecnologias, nos convidando a fazer uma reflexão sobre o uso consciente destas, de modo que não nos tornemos escravos delas.
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ResponderExcluirEste texto e bem interessante por que ele fala que e urgente recuperar o sentido da palavra urgente, e é como se ela estivesse nos fazendo um convide de reflexão da palavra urgente, nos temos que fazer como a autora; usar as tecnologia corretamente de maneira que ela não nos utilize. Eu achei uma parte do texto interessante em que diz ´´estamos vivento como se tudo fosse urgente. Urgente o suficiente para assesar alguém´´ então e fiquei pensando, sera que tem gente que pensa que e fassiu acesa com urgência, como se fosse uma pergunta pra alguem?
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ResponderExcluirEm minha opinião, a autora revela a urgência em que a sociedade se impõe diante as tecnologias que vem avançando no decorrer dos tempos.
ResponderExcluirPor ser um texto bem complexo, dá de entender de forma clara a realidade dos dias de hoje.
Por ser muito útil para todos, a tecnologia está presente na maioria da população.
O fato de urgente tem haver que ao invés das pessoas utilizarem a tecnologia de modo correto, limitado, a tecnologia que acaba usando as pessoas, pois acabamos nos viciando e não conseguimos nos limitar.
- Ana Caroline
Em meu consentimento, este texto relata sobre um assunto muito interessante e bem compreensivo, pois seu sentido é bem explícito.
ResponderExcluirCom o modo em que vivemos hoje em dia, quase tudo trás uma referência "urgente", enão há uma necessidade de recuperar o sentido de urgência.
Estamos vivendo como se tudo fosse urgente, dessa forma nos prendemos a um mundo disperso, no entanto acabamos exigindo uma reação imediata de outra pessoa ou até de nos mesmo, por tanto é necessário resgatarmos alguns conceitos, para que não percamos tempo com coisas desnecessáriasão
Mas é necessário ressaltar que, ainda hoje há pessoas que não tem acesso a Internet ou até mesmo a tecnologias avançadas!
- RAFAELLA BRANDÃO
Este texto e está nos mostrando que hoje em dia a internet já é bem essencial para algumas pessoas, tem gente que não usa a internet, e sim se deixa usar, a internet tem se tornado urgente, pois há pessoas que não consegue ficar sem acessar a internet. este texto está nos mostrando que a tecnologia está se tornando cada vez mais urgente, pois estão se viciando com o passar dos tempos cada vez mais.
ResponderExcluir- NAYANA LOPES
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ResponderExcluirEste texto relata muitas coisa, nos dias atuais de hj em dia, ele trás informações específica e muito importante.
ResponderExcluirHj em dia estamos vivendo como se fosse tudo urgente, mais urgente o suficiente para acessar algo.
As pessoas hj em dia tiram o descanso da outra pessoa, mandando mensagem, ligando, e isso é errado pq as pessoas deveriam ter noção que aquele hora e sagrada, e hora de descansar ou algo do tipo.
Para algumas pessoas o celular e tudo, ela pode se estressar, reclama etc... Mas ela n desliga o celular em nenhum momento, então nesse sentido e sem nenhuma ironia ou comovente.
Todos nós sabemos que o celular e importante a tecnologia também e super importante, mas devemos saber de uma coisa, devemos ter controle para o bem da nossa saúde.
Por que é muito importante sabermos o que acontece com a pessoa eu fica o dia inteiro com a cara no celular.
Então esse texto e muito importante, ele tem palavras sábias , e essas palavras pode mudar um pouco a sua vida e a sua rotina.
-ANA VITORIA 9°B
No mundo que vivemos hoje a tecnologia vem avançando bastante. hoje para tudo usamos a tecnologia para nus comunicar , para saber de alguma informação e pesquisar etc... se ha algo que se perdeu nessa época em que a tecnologia tornou possível a todos alcançarem ha todos a qualquer tempo e o conceito da urgência. no mundo de hoje as pessoas estão sempre conectadas na tecnologia no trabalho em casa etc... estão sempre a usando a tecnologia. isso faz que nos fiquem disponíveis para tecnologia mas não a tecnologia que tem que estar disponível para nos ao nosso serviço e temos que repeita a privacidade dos outros que temos uma hora para nos, um tempo para nos. temos que saber usar a tecnologia e não ha tecnologia usar nos.
ResponderExcluirHoje em dia vivemos, em uma época que a internet e á tecnologia vem avançando bastante, esse texto de Eliene Brum retrata o uso excessivo da tecnologia como as pessoas estão sendo utilizado pela tecnologia. As pessoas exigem que nos temos que está disponíveis ao tempo delas, a uma chamada telefônica, uma mensagem no Facebook ou Whatssap, não respeitando as privacidade e o tempo das pessoas. A autora retrata um pouco da vida dela que a internet a tecnologia está sobre o domínio dela. Temos que ser assim utilizar a tecnologia não a tecnologia nus usar.
ResponderExcluirA urgência hoje em dia não é urgente, pois, as pessoas não tem consciência do que é urgente e simplesmente acham que a unica urgência do mundo é está conectado, o sentido da palavra urgente está indefinido, as pessoas não usam a palavra urgente com urgência, porque, urgente é uma noticia importante não "tuítes" provocativos, como;
ResponderExcluir-urgente, estou com fome! ou até
-urgente, acordei!
Para algumas pessoas a tecnologia é urgente, se não estiver conectado é como não está vivo(a),também há pessoas que ficam desesperadas. Hoje em dia nós não manipulamos a internet, a internet que nos manipula, as pessoas se sentem obrigadas a estarem online, e ainda querem que os outros estejam.
eu entendi que o texto, é urgente recuperar o sentido de urgência que a professora explicou que não é agente que manipula a internet é a internet que nos manipula agente, se torna urgente a redução das transferências de riquezas para o exterior e o equacionamento da divida interna , de forma que o estado possa recuperar as fianças publicas e investir na área social bem como implementos um novo projeto de combate para essa constituição não inserisse em seu texto o decreto, lei ou normas similares relevância e urgência a característica fundamental o pardo da eficacia pela rejeição ou o silencio do congresso e a rejeição não é boa coisa por que a internet e boa para algumas pessoas mas para outras é péssima por que ela não tem internet ela não pode ser manipulada por ela.
ResponderExcluirfeito por Geovane santos 9 b
No texto excomissão digital fala sobre o outro uso da Internet que hoje em dia você pode aranjá emprego pela a Internet os diagnósticos médicos podem ser feito a distância ou sejá com o paciente em um país é o médico no outro a Internet também é um novo metádo de aprendizado e revolucionam a educação mais também dependendo do modo que as pessoas vai usar
ResponderExcluirAluna esterlina Magalhães 9 ano "b"
O texto relata sobre a urgência em que as pessoas tem para o uso da tecnologia , muitas pessoas estão totalmente viciadas em celulares , aparelhos eletrônicos . A internet é utilizada de varias maneiras diferentes , existem muitos sites de fofocas , de informação , ensinamentos , por isso as pessoas acabam tendo essa urgência em utilizar a internet . O texto relata muitas informações para nos sobre a urgência pelas tecnologias , e é como um aviso pra que nos cuidemos pois a sabedoria esta realmente nos livros , aprendemos mais lendo . A internet é muito aproveitável , nos serve para varias coisas importantes em nossas vidas , mas também a internet pode ser uma maneira de tragédias , é por onde muitos vândalos procuram suas vitimas . E é isso!
ResponderExcluirO texto relata sobre a urgência em que as pessoas tem para o uso da tecnologia , muitas pessoas estão totalmente viciadas em celulares , aparelhos eletrônicos . A internet é utilizada de varias maneiras diferentes , existem muitos sites de fofocas , de informação , ensinamentos , por isso as pessoas acabam tendo essa urgência em utilizar a internet . O texto relata muitas informações para nos sobre a urgência pelas tecnologias , e é como um aviso pra que nos cuidemos pois a sabedoria esta realmente nos livros , aprendemos mais lendo . A internet é muito aproveitável , nos serve para varias coisas importantes em nossas vidas , mas também a internet pode ser uma maneira de tragédias , é por onde muitos vândalos procuram suas vitimas . E é isso!
ResponderExcluiresse texto relata sobre a urgencia que as pessoas tem sobre a internet. hoje em dia não usamos a internet so pra se comunicar com aquele velho parente de longe , hoje estamos usando ela pra ela ter a força de nos manipular ,pq ela sabe que não temos a coragem de fica muito tempo sem ela , pois ja estamos sendo usuarios da internet , não e nos que acessamos a internet e ela que esta nos acessando . Depois dessa nova era ´´ERA DIGITAL``que as pessoas esta deixando se manipulada sobre a internet , não temos tempo pra nada , nem mesmo as vezes o nosso proprio tempo reservado para dormir ,tomar banho ,comer , usamos para acessar a internet .
ResponderExcluiré urgente recuoperar o verdadeiro sentido da urgencia , e urgente nos recuperarmos dessa vida on-line.
A urgência da vida real perde lugar para a vida virtual, nesse contexto algumas pessoas tornam-se dependentes de algumas mídias e isso leva a um descontrole social social, pois o homem fica um numa posição de dominado, enquanto as ferramentas digitais assumem um papel de dominadoras da vida de muitos indivíduos. Portanto, faz-se necessário uma leitura crítica sobre até que ponto as novas tecnologias podem nos ajudar ou nos prejudicar, uma vez que se perdeu o sentido de urgência.
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